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TMO | Teatro Municipal de Ourém – Outubro 2022

26 Setembro, 2022

Orquestra de Malabares, por Pistacatro e Sociedade Filarmónica Ouriense
01 outubro | 21:30 | Acesso Gratuito
Música | Sala Principal do TMO

 

 

Para comemorar o Dia Mundial da Música, o Teatro Municipal de Ourém apresenta um espetáculo para toda a família que reúne em palco seis malabaristas da companhia espanhola PistaCatro e os músicos da Sociedade Filarmónica Ouriense.

Música e circo unem-se num concerto onde os malabares são os bailarinos de um ballet aéreo. Clarinetes, saxofones e trompetes são os pintores dum quadro expressionista, em que bolas, malabares e aros desenham no ar os sentimentos e emoções que a música e o circo transmitem.

Os músicos da Sociedade Filarmónica Ouriense participam quase como atores, num espetáculo com instrumentos dourados, grandes tambores, pratos, camisas brancas, uniformes e magistrais obras clássicas, mas também com calças curtas, t-shirts, óculos de sol, funk, punk, blues e pop.

Classificação etária: M/6
Duração: 75 min

 

Ciclo de Cinema Jacques Tati
5 outubro | As Férias do Sr. Hulot
12 outubro | O Meu Tio
19 outubro | Playtime
26 outubro | Trafic – Sim, Sr. Hulot
Sala Estúdio do TMO | 21:30 | 3€

 

 

Ciclo de Cinema Jacques Tati – As Férias do Sr. Hulot

Hôtel de la Plage, costa atlântica, Verão: as pessoas poisam as malas calmamente. Ao longe, o som incomodativo de um carro ruidoso. Ao volante, um veraneante pouco comum. É o senhor Hulot (Jacques Tati), que empurra a porta do hotel e provoca logo uma enorme corrente de ar. A partir daí, instala-se a desordem total: o Sr. Hulot, para gáudio das crianças, semeia involuntariamente o terror nesta pequena sociedade de veraneantes demasiado sérios.

Título original: Les Vacances de Mr. Hulot
De: Jacques Tati
Com: Jacques Tati, Michèle Rolla, Nathalie Pascaud
Género: Comédia
Classificação: M/12
Outros dados: FRA, 1953, Preto e Branco, 96 min.

 

Ciclo de Cinema Jacques Tati – O Meu Tio

O senhor e a senhora Arpel têm uma casa moderna num quarteirão asséptico. Eles têm tudo, conseguiram tudo, na casa deles é tudo novo: o jardim é novo, a casa é nova, os livros são novos. Neste universo tão confortável, tão “clean”, tão “hich-tech”, tão bem programado, o humor, os jogos e a sorte não têm lugar. E o filho Gérard aborrece-se de morte. É então que irrompe na sua vida o irmão da senhora Arpel, o tio, o Sr. Hulot (Jacques Tati). Personagem inadaptada, habituada ao seu mundo caloroso, vai, para delírio do sobrinho, virar tudo de pernas para o ar.

Título original: Mon Oncle
De: Jacques Tati
Com: Adrienne Servantie, Jacques Tati, Jean-Pierre Zola
Género: Comédia
Classificação: M/12
Outros dados: FRA/ITA, 1958, Cores, 110 min.

 

Ciclo de Cinema Jacques Tati – Playtime

Na era das «Economic Air Lines», turistas americanos efectuam uma viagem organizada. O programa é composto pela visita de uma capital por dia. Quando chegam a Paris, apercebem-se que o aeroporto é exactamente igual àquele de onde partiram de Roma, que as ruas são como as de Hamburgo e que os candeeiros de rua se parecem estranhamente aos de Nova Iorque. Pouco a pouco encontram franceses, entre os quais, o Sr. Hulot.

Título original: Play Time
De: Jacques Tati
Género: Comédia
Classificação: M/12
Outros dados: FRA, 1967, Cores, 124 min.

 

Ciclo de Cinema Jacques Tati – Trafic – Sim, Sr. Hulot

A sociedade automobilística francesa Altra quer fazer-se vingar no salão Automóvel de Amesterdão com um protótipo engenhoso de caravana desenhado pelo Sr. Hulot. Este irá acompanhar, juntamente com Maria, a jovem e mimada relações públicas da empresa, o camião onde o protótipo seguirá até Amesterdão. Nesta viagem irão surgir uma série de peripécias que atrasarão a chegada e mudarão a postura de Maria para com os que a rodeiam.

Título original: Trafic
De: Jacques Tati
Com: Jacques Tati, Marcel Fraval, Honoré Bostel
Género: Comédia
Outros dados: FRA/ITA, 1971, Cores, 96 min.

 

A Preguiça Ataca?, de Aldara Bizarro
07 outubro | 10:00 | Público Escolar
08 outubro | 21:30 | 5 €
Dança | Sala Principal do TMO

 

 

A temática deste espetáculo assenta sobre uma proposta filosófica que pretende questionar de uma forma divertida a postura atual da sociedade relativamente a aspetos como o trabalho, a produtividade do indivíduo e a preguiça. Para o desenvolvimento do campo conceptual, a colaboradora Dina Mendonça interveio com uma abordagem destas questões orientadas para um público jovem e adulto, no sentido de abrir outras perspetivas sobre o tema em questão.

É mau, sentir preguiça?
Isso de não fazer nada existe? Quando estás a praticar o nada, o que estás a fazer?
Um ser humano existe sem preguiça?
Quando não nos apetece fazer nada, será porque nos apetece fazer tudo? Ou outra coisa?
O trabalho liberta?
E a preguiça? Prende?

Quando somos crianças, a preguiça acaba quando nos espreguiçamos e só regressa quando estamos exaustos da brincadeira. Quando somos adultos, a preguiça envergonha-se perante o trabalho que se avoluma e ninguém admite que a sente. Quando estamos a meio do caminho, o tempo saboreia-se e o que pode ficar para amanhã, fica suspenso na doçura de um bocejo…

 

Ficha artística

Conceção e direção: Aldara Bizarro
Interpretação/cocriação: Ainhoa Vidal e Alban Hall
Música Original: Vítor Rua
Vídeo: João Pinto
Luzes: Carlos Ramos
Apoio na área da Filosofia: Dina Mendonça
Fotografia: António Rebolo e Edméa Brigham
Produção Executiva: Andrea Sozzi e Rita Vieira
Apoio informático: Pedro Joel
Apoio: Fifanta
Coprodução: Centro Cultural de Belém / Centro de Pedagogia e Animação
Produção: Jangada (1998-2014)

Entrevistados vídeo: Alfredo Saramago, Ana Merelo, Adelino Tavares, Alberto Pimenta, Catarina Molder, Clara Andermatt, Fernando Rosas, Francisco José Viegas, João Pombeiro, Jorge Palmeirim, Lígia Pereira, Maria José Alves, Miguel Pereira, Natália Pais, Sr. Nuno e Pedro Cabral

Classificação etária: M/12
Duração: 60 min

 

Tim Bernardes
15 outubro | 21:30 | 12,5€ (descontos aplicáveis)
Música | Sala Principal do TMO

 

 

Nome que chama a atenção desde a sua estreia com o grupo O Terno, Tim Bernardes consolidou-se como um dos principais compositores do Brasil ao lançar o seu primeiro disco-solo, Recomeçar (2017) – indicado ao Grammy Latino.

O artista que transita com frequência e naturalidade entre o indie e a MPB, colabora e escreve canções para artistas do calibre de Gal Costa e Maria Bethânia. Recentemente, uma parceria de Tim Bernardes com Erasmo Carlos ganhou forma pela voz de Alaíde Costa.

Para além de ter arrancado elogios de Caetano Veloso, o cantor e compositor também chamou atenção fora do Brasil, sendo mencionado e impulsionado por artistas como Devendra Banhart e pelo grupo BadBadNotGood. Esta experiência internacional ganhou uma maior dimensão com a participação nos concertos da digressão americana dos Fleet Floxes.

Recentemente, Tim Bernardes lançou o seu segundo álbum a solo, Mil Coisas Invisíveis, disco que o artista equipara a um livro. Com muito texto e músicas extensas, o álbum soa a ensaios, evidenciando o artista como um excelente pensador.

Classificação etária: M/06
Duração: 60 min

Preço com desconto: 10€
(desconto JOVEM para menores 30 anos; desconto SÉNIOR para maiores 65 anos; desconto FAMÍLIAS para famílias de 3 ou mais elementos com adulto(s) e criança(s) até aos 12 anos; desconto CULTURAL para alunos e professores de Conservatórios, Academias, Escolas de Artes e Ensino Superior Artístico)

 

O Casarão, de Filipe Araújo
16 outubro | 16:00 | 3€
Documentário | Sala Principal do TMO

 

 

Um velho casarão apodrece no coração de uma aldeia rasgada ao meio por uma estrada onde os carros já não param. Durante a ditadura, o edifício foi o mais progressista seminário católico português. António, vizinho da frente, cresceu e formou família à sua sombra. Desde a saída dos padres dominicanos, é o seu mais fiel caseiro — guardião dos fantasmas, memórias e corredores despidos de vida. Há anos abandonado, o antigo epicentro da terra poderá estar agora na mira de uma nova vida.

Com assinatura de Filipe Araújo, um documentário que vem dar um novo significado ao Seminário Dominicano de Aldeia Nova, em Ourém. Ao filmar as suas ruínas, o realizador vai mostrando a importância daquele lugar para toda a comunidade de Aldeia Nova e para os rapazes que ali estudaram, entre eles o seu próprio pai, que tinha dez anos quando ingressou no seminário. “Não raras vezes, para me adormecer, o meu pai efabulava a partir de histórias reais do seu passado. De todas, a mais enigmática, tinha como cenário um território povoado por miúdos e homens de branco. Uma enorme casa sem eletricidade nem águas correntes, entalada num vale rodeado de florestas. Foi depois da sua morte que uma inexplicável pulsão me conduziu até esse lugar”.

Com o apoio do ICA, Ministério da Cultura e Sociedade Portuguesa de Autores, este filme conta com a presença de António Oliveira, Dinis Dias e Tonito Oliveira e segue textos dos ex-seminaristas Horácio Araújo, Mário Rocha Creoulo, Fernando Vaz, José Ribeiro, Eduardo Bento, Nelson Veiga, assim como citações do romance “Gente Feliz com Lágrimas”, escrito por João de Melo.

 

FILIPE ARAÚJO

Filipe Araújo é realizador, produtor independente e guionista. Natural de Lisboa (Janeiro de 1977), chegou à realização após uma década no jornalismo – profissão que abraçou nas vertentes de imprensa, rádio, televisão e Internet, em Portugal, Espanha e Itália. Da sua filmografia, conta com quatro primeiros prémios, várias participações em Seleções Oficiais de festivais internacionais, e projeções em salas e eventos de prestígio, como a Casa del Cinema (Roma, Itália), Círculo de Bellas Artes, Filmoteca Española (Madrid, Espanha) ou o Fórum Universal das Culturas, da UNESCO (Monterrey, México).

Classificação etária: M/12
Duração: 72 min

 

Mais Alto
19 outubro | 10:00 | Público Escolar
Música | Sala Principal do TMO

 

Ao longo da História, sempre sonhámos com as alturas: queremos mais. Queremos chegar mais alto. Não queremos mais isto, mas queremos muito aquilo. Muitas vezes, ao nosso lado, estavam as canções a dizer tudo isto. A dizer coisas como: não toleramos mais o racismo. Queremos direitos iguais para homens e mulheres. Bons cuidados de saúde para todos, sem exceção. Queremos mais bibliotecas. A preservação das florestas. Salários justos. Horários humanos. Coisas assim, sérias e importantes. Coisas tão altas que não se podem sussurrar. Este vai ser um concerto para celebrar o poder da música. A música pode mudar o mundo? O mundo faz mudar a música? O que diz a música sobre os projetos das pessoas? Este vai ser um concerto em viagem, pelo tempo e pelo espaço, para descobrir algumas das músicas que nos juntaram e que precisámos de cantar (bem alto!) para nos fazermos ouvir.

(Estão a ouvir ou é preciso pôr mais alto?).

Iniciativa integrada nas Comemorações Oficiais dos 50 Anos da Revolução de 25 de Abril de 1974

Classificação etária: M/06
Duração: 60min

 

Sublinhar, por Marta Cerqueira
21 outubro | 10:00 | Público Escolar
22 outubro | 11:00 | 2€ criança + 4€ adulto
Dança | Sala Principal do TMO

 

 

Para se escrever a palavra SubLinhar é preciso um ponto e traçar linhas com a mão. Para se falar a palavra SubLinhar é preciso que um conjunto de sons saia da nossa boca. Mas há quem seja de poucas palavras… E o que é que acontece quando ficamos sem palavras? Se retirarmos Linha à palavra Sub(Linha)r podemos usá-la para desenhar no espaço, insinuar formas, acentuar movimentos, definir direções ou percursos que nos levam a mudar de lugar, fazer perguntas ao mundo e crescer.

 

Marta Cerqueira

Com uma sólida formação em dança clássica e moderna completou o curso de formação de bailarinos da Escola de Dança do Conservatório Nacional, Lisboa/2001. Na qualidade de bolseira do IPAE desenvolveu um programa de estudos em Nova York; prosseguindo a sua formação em Berlim e Lisboa onde frequentou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian.

Desde cedo fez notar o interesse em abordagens multidisciplinares: COLINA04(PT), Point to Pointe Program, 4th Asia- Europe Dance Forum/06(PL) tendo trabalhado como intérprete e em cocriação com diversos coreógrafos e encenadores, apresentando-se em Portugal, Espanha, França, Suiça, Alemanha, Holanda, Croácia, Sérvia, Grécia, Líbano, Suécia, Noruega, Finlândia, Polónia, Escócia, Canadá, Argentina e Brasil.

Destaca o trabalho em colaboração com os seguintes coreógrafos: Maria Ramos, Luís Guerra, Sofia Dias & Vítor Roriz, como assistente no projeto Prisão de Marlene Monteiro Freitas e a reposição da peça Tecedura do Caos de Tânia Carvalho para a Companhia Nacional de Bailado (CNB/PT).

Apoiada pela Fundação GDA, conclui o curso de certificação para professores do método DanceAbility orientado por Alito Alessi,Lisboa/2017.

Criou:  MUTE, um solo de dança em parceria com o compositor e artista visual João Bento.

SubLinhar, espetáculo de dança contemporânea para crianças, peça selecionada pelo Aerowaves Twenty21.

Interessada na prática da composição, aplicada não só ao corpo humano mas também a outros materiais/ matérias possíveis de coreografar.

Tem vindo a desenvolver o seu interesse por formatos próximos às artes visuais, nomeadamente no contexto do “Dança de Materiais Inertes” (2016-2021) uma coleção de instalações e espetáculos que assina em parceria com o pianista e compositor Simão Costa.

Classificação etária: m/6 anos (espetáculo para crianças e famílias)
Duração: 40 min

 

Big Band do Município da Nazaré + Bia Maria
22 outubro | 21:30 | 5€
Música | Sala Principal do TMO

 

 

Direção Musical: Adelino Mota

A Big Band do Município da Nazaré formou-se em 1999 e tem uma formação clássica, sendo composta por 5 Saxofones (2 Altos, 2 Tenores e 1 Barítono), 4 ou 5 Trompetes, 4 Trombones, Piano, Guitarra, Baixo, Bateria e Voz em alguns temas.

Ao longo dos anos tem havido rotação dos seus elementos, continuando a gerar músicos para as escolas superiores e/ou outras formações profissionais.

Esta Big Band fez Concertos em Portugal, Espanha, Bélgica e Alemanha, em diversos Festivais e concertos incluídos na programação de várias salas, destacando alguns: Festival de Jazz de Ponte-Vedra, Festival de Música de Medina del Campo, Jazz às Quintas no CCB, Festa do Jazz no Teatro S. Luíz, Palco 1º de Maio da Festa do Avante, no Hot Club de Portugal, “A Arte da Big Band” em Lisboa e na Casa da Música do Porto.

Conta já com 6 Cds gravados, sendo: “Big Band Nazaré” em 2003; “Filme” em 2006; “10 Anos” em 2009 e “Best Friends” (gravado ao VIVO no CCC de Caldas da Rainha em 2012); grava em 2016 o CD “Special Guests” tendo como convidados Sérgio Carolino, Lúcia Moniz, Mariana Norton, Daniel Bernardes e Rúben da Luz; em 2019 grava “VINTE” para comemorar os 20 anos da sua actividade.

Estes são a mostra da evolução musical desta formação e todos receberam os melhores elogios da crítica especializada, tendo sido discos em destaque em alguns programas de rádio e revistas dedicadas ao jazz.

Desde 2017, que abre o Festival de Jazz do Valado, num concerto no dia 30 de abril, para comemorar o Dia Internacional do Jazz, no Cine-Teatro da Nazaré, tendo já tido como convidados: Carlos Alberto Moniz, Marisa Liz, Rita Guerra, Sónia Tavares, FF e Lena d’Água.

Neste concerto tem como convidada a cantora oureense Bia Maria, na sequência das diretrizes artísticas do TMO em envolver a comunidade local nas suas atividades.

Classificação etária: M/6
Duração: 90 min

 

XV ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo
25 a 28 outubro
Cinema | Teatro Municipal de Ourém

 

 

O 15º Festival Internacional de Cinema de Turismo, ART&TUR Ourém 2022, que irá decorrer entre os dias 25 e 28 de Outubro no Teatro Municipal de Ourém, destaca as melhores produções audiovisuais do turismo, quer portuguesas quer internacionais. Sendo o Festival ART&TUR uma importante etapa do circuito mundial dos festivais de cinema de turismo (circuito CIFFT), os filmes que serão exibidos e premiados em Ourém beneficiarão de grande notoriedade mundial. De um total de 285 filmes de várias dezenas de países, o júri internacional do Festival, constituído por 34 peritos de 17 países, destacou as melhores produções inscritas na Competição Nacional e na Competição Internacional. Os grandes prémios e os vencedores das categorias temáticas serão anunciados na Gala de Prémios que terá lugar no dia 28 de outubro. Além do prestígio decorrente dos prémios atribuídos no Festival ART&TUR, os filmes vencedores subirão na ranking list do CIFFT, sendo esta mais uma vantagem da sua participação no Festival.

 

MAIS INFORMAÇÕES EM
https://teatromunicipal.ourem.pt/

BILHETES
Bol.pt (bit.ly/3zHhV4Y) | Lojas Worten, Fnac, CTT
Bilheteira TMO | 4ª a 6ª | 13:00 – 19:00
Dias de espetáculo | 2 horas antes do início

bilheteira.tmo@cm-ourem.pt | 916 591 231

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