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DESCRIPTION:Fake Aka Mentira\, por Frederico Baptista\n27 janeiro | 10:00 + 14:30 | Público Escolar\nOficina de sensibilização para a desinformação\n  \nADIADO – Falsa Conferência\, Verdadeira Conversa: Jornalismo e Ciência\nCom Paulo Pena e David Marçal\nModeração de Inês Barahona\n28 janeiro | 19:00 | Gratuito com reservas na Bilheteira TMO\nConferência | Sala Estúdio do TMO \nEspaço de conversa\, onde um moderador põe em diálogo diferentes perspectivas acerca do verdadeiro e do “fake” e onde se partilham boas histórias sobre boas mentiras. \nAs notícias falsas e o rigor da ciência: a procura pela verdade e o impacto de tudo isto na nossa sociedade e nas nossas crenças. \n  \nPaulo Pena\, Lisboa\, 1973\nEstudou Ciências da Comunicação na FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Foi jornalista na revista Visão\, onde editou a secção de Política. Foi grande-repórter no Público. Desde 2018 é grande-repórter no Diário de Notícias. Em 2002 recebeu o Prémio Gazeta – Revelação em jornalismo\, em 2007 o Prémio Jornalismo Económico da UNL\, em 2012 o Prémio de reportagem Cáceres Monteiro e\, em 2014\, o Prémio Gazeta de Jornalismo. Em 2016 fundou\, com outros 9 jornalistas europeus\, o Investigate Europe\, uma equipa permanente de investigação sobre assuntos europeus. Publicou dois livros sobre a oposição estudantil à ditadura e sobre a crise financeira e um sobre desinformação e fake news. \n  \nDavid Marçal\, Lisboa\, 1976 \nDoutorado em Bioquímica pela Universidade Nova de Lisboa (2008). \nRedactor científico na Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica\, coordenador da rede GPS.PT (Global Portuguese Scientists) e colaborador habitual do jornal Público. \nFoi cientista na Hovione FarmaCiência e investigador em bioquímica estrutural no Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa. Autor do Inimigo Público\, redactor da revista Kulto e jornalista de ciência no jornal Público (no âmbito do programa “Cientistas na redacção”). Coordenador dos Cientistas de Pé\, um grupo de stand-up comedy formado por investigadores científicos. Autor de várias peças de teatro e programas de televisão sobre ciência. Co-autor\, com Carlos Fiolhais\, dos livros “Darwin aos tiros e outras histórias de ciência” (Gradiva\, 2011)\, “Pipocas com telemóvel e outras histórias de falsa ciência” (Gradiva\, 2012) e “A Ciência e os seus inimigos” (Gradiva\, 2017). Coordenador do livro “Toda a Ciência (Menos as Partes Chatas)” (Gradiva\, 2013) e autor do ensaio “Pseudociência” (Fundação Francisco Manuel dos Santos\, 2014) e do livro “Cientistas Portugueses” (Fundação Francisco Manuel dos Santos\, 2019). \nGanhou os Prémio Químicos Jovens 2010\, (pela Sociedade Portuguesa de Química)\, o Prémio Ideias Verdes 2010 (pela Fundação Luso e pelo Jornal Expresso) e o Prémio COMCEPT 2014 (da Comunidade Céptica Portuguesa). \n  \nInês Barahona\, Lisboa\, 1977 \nLicenciada em Filosofia e Mestre em Estética e Filosofia da Arte pela Faculdade de Letras (Universidade de Lisboa).\nIngressou no Centro de Pedagogia e Animação\, do Centro Cultural de Belém\, em 2005\, sob a direção de Madalena Victorino\, onde desenvolveu projectos de relação entre as artes e a educação para público escolar\, familiar e especializado.\nDesenvolveu\, em 2008\, com Madalena Victorino e Rita Batista\, para a Direção-Geral das Artes\, “O Livro Escuro e Claro”\, cuja distribuição acompanhou em 2012\, dando formação a equipas e professores. Colaborou ainda na conceção da exposição “Uma Carta Coreográfica” da autoria de Madalena Victorino\, para a Direção-Geral das Artes. \nIntegrou a equipa de Giacomo Scalisi\, vertentes de Produção e Relação com a Comunidade\, na inauguração do Teatro Municipal de Portimão\, em 2008.\nTrabalha em áreas como a escrita e a dramaturgia\, com Madalena Victorino (“Caruma” e “Vale”)\, Giacomo Scalisi (“Teatro das Compras”)\, Teatro Regional da Serra de Montemuro (“Sem Sentido”) e Catarina Requeijo (assistência de encenação ao espectáculo “Amarelo”\, texto de “A Grande Corrida” e de “Muita Tralha\, Pouca Tralha”). Encenou\, em 2012\, o espectáculo “A Verdadeira História do Teatro”\, para o Teatro Maria Matos\, em 2013\,  “A Verdadeira História da Ciência”\, para a Fundação Calouste Gulbenkian. \nFundou\, em 2014\, a companhia FORMIGA ATÓMICA com Miguel Fragata\, com quem cocriou os espectáculos “A Caminhada dos Elefantes” (2013); “The Wall” (2015); “A Visita Escocesa” e “Do Bosque para o Mundo” (2016) e “Montanha-Russa” (2018)\, ocupando-se da escrita dos textos.\nDeu formação na área da escrita a professores e adultos\, no Sou – Movimento e Arte\, Fundação C. Gulbenkian e Circolando. \n  \nFake\nDe Inês Barahona e Miguel Fragata – Formiga Atómica\n29 janeiro | 21:30 | 7\,5€ (descontos aplicáveis)\nTeatro | Sala Principal do TMO\n  \nBilhetes em Bol.pt (https://bit.ly/3zHhV4Y) | Lojas Worten\, Fnac\, CTT\nBilheteira TMO | 4ª a 6ª | 13:00 – 19:00\nDias de espetáculo | 16:00 – 22:00\nbilheteira.tmo@cm-ourem.pt | 916 591 231
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