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TURISMO RELIGIOSO REUNIU POLÍTICOS, AUTARCAS, EMPRESÁRIOS, TÉCNICOS E JORNALISTAS, EM FÁTIMA

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O Presidente da Câmara de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, referiu hoje, em Fátima, no decorrer de uma ação promovida pela ACISO, que o Município de Ourém irá manter, em 2018 uma aposta séria no turismo, dando como exemplo o investimento de 2,5 M€ previsto para a requalificação da zona histórica de Ourém, para além dos apoios a conceder àquela entidade empresarial e aos investimentos públicos que importa concretizar.

Luís Miguel Albuquerque que falava na presença da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho num evento dedicado à apresentação de dados relativos ao contexto da afluência turística a Fátima e ao lançamento da VI edição do Workshop de Turismo Religioso, aproveitou a oportunidade para realçar a necessidade do poder central dirigir investimento para Fátima, muito por força do excelente desempenho que este pólo turístico tem evidenciado e que carece de suporte financeiro, para além das possibilidades do Município de Ourém.

A oportunidade serviu também para serem definidos os termos a protocolar entre a Câmara Municipal de Ourém e a ACISO com vista aos apoios a conceder para o corrente ano, documento que ainda não pode ser ratificado face à ainda não aprovação do orçamento municipal.

Intervindo na sessão, Domingos Neves, presidente da ACISO, considerou que 2017 foi um ano "excecional para Fátima, por via do Centenário e da visita do papa", estimando que o santuário da Cova da Iria tenha ultrapassado os oito milhões de visitantes.

O Turismo da Herança Judaica é uma das novidades do VI Workshop Internacional de Turismo Religioso, que decorre entre 22 e 24 de fevereiro em Fátima e segundo informações divulgadas pela ACISO, a reunião espera 700 participantes, entre os quais 150 operadores turísticos de várias partes do mundo e outros tantos fornecedores, incluindo ainda uma área com 40 expositores.

Na sessão, a secretária de Estado do Turismo referiu que metade das receitas turísticas nacionais foram arrecadadas em época baixa durante 2017, o que demonstra que é possível ultrapassar o "mito da sazonalidade" turística em Portugal. "Fátima é também um instrumento de promoção de Portugal e também um símbolo como um país tolerante, aberto a todos, ecuménico e isso é um sinal político deste país que consegue ligar continentes e ser um país aberto ao mundo", argumentou. Questionada sobre se ao nível de turismo religioso, a ano passado não foi um fenómeno isolado, fruto da visita papal, Ana Mendes Godinho respondeu que, em 2017 em Fátima, o turismo "aconteceu durante todo o ano".

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